“Hei, você! Sim,você. o que tem na mão?” “Oh, não se preocupe. é apenas o seu coração.” “E por que antes de arrancar não pediu permissão?” “Achei que ninguém sentiria falta de um errante que vaga solitário e sem razão.”
os segredos, brancos, puros, me atravessam e eu nem ao menos sinto. deite sobre meu peito e tente ouvir meu corpo pulsar. o som morre aqui dentro, nem se quer sussurra. estacionário vácuo.